terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

SAÚDE DIABETE


               GLICOSE    ALTA   NO  SANGUE   
                        TAXA ACIMA DE 99 MG
                                DIABETE ?
Açúcar no sangue em torno de 90 decilitros por mg já preocupa.
Combinação com obesidade ou outros problemas deve ser alerta.
Níveis normais, porém próximos do limite superior podem ser um sinal de alerta para o aparecimento futuro do diabetes. O alerta vem de um grupo de pesquisadores israelenses que avaliaram mais de treze mil homens. O estudo foi realizado entre 1992 e 2004 e acompanhou membros das forças armadas israelenses com idades entre 26 e 45 anos.
Os dados comparados envolviam amostras de sangue, história familiar de diabetes, índice de massa corporal, atividade física, tabagismo e idade. Os níveis de glicose no sangue aceitos atualmente apontam para um limite máximo de 100 mg por decilitro, mas será que estar mais próximo ou mais longe desse limite se traduz em maior risco?
Após analisarem todas as variáveis do grupo e as compararem com o aparecimento de diabetes, os especialistas chegaram a algumas conclusões. Uma glicose de jejum acima de 87 se traduz em um risco aumentado para o desenvolvimento de diabetes no futuro, principalmente quando associado a outros fatores. Triglicerídeos altos, acima de 150, associados à glicemia de jejum acima de 91, indicam um risco oito vezes maior de ter diabetes mais tarde do que se a glicose estivesse abaixo de 87 e os triglicerídeos abaixo de 150.
O efeito combinado de um índice de massa corporal acima de 30 (caracterizando obesidade) e níveis de glicose de jejum acima de 91 também levam o risco a ser mais de oito vezes maior. A conclusão dos pesquisadores é que mesmo com níveis de glicose de jejum dentro do que se entende como normais, se esses estiverem altos, o risco do diabetes no futuro é maior.

domingo, 26 de fevereiro de 2012

SAÚDE


                                   TRABALHO  DA DENGUE 2012    
                                  Sobre a Dengue

A palavra dengue tem origem espanhola e quer dizer "melindre", "manha". O nome faz referência ao estado de moleza e prostração em que fica a pessoa contaminada pelo arbovírus (abreviatura do inglês de arthropod-bornvirus, vírus oriundo dos artrópodos).


História da Dengue 
O mosquito transmissor da dengue, o Aedes aegypti, foi introduzido na América do Sul através de barcos (navios negreiros) provenientes da África, no periodo período colonial, junto com os escravos. Houve casos em que os barcos ficaram com a tripulação tão reduzida que passaram a vagar pelos mares, constituindo os "navios-fantasmas".


 Veja mais Histórico da Dengue


O que é Dengue? 
O dengue é uma doença infecciosa causada por um arbovírus (existem quatro tipos diferentes de vírus do dengue: DEN-1, DEN-2, DEN-3 e DEN-4), que ocorre principalmente em áreas tropicais e subtropicais do mundo, inclusive no Brasil. As epidemias geralmente ocorrem no verão, durante ou imediatamente após períodos chuvosos.


Dengue Clássica ;;


Confira os sintomas da Dengue


O tempo médio do ciclo é de 5 a 6 dias, e o intervalo entre a picada e a manifestação da doença chama-se período de incubação. É só depois desse período que os sintomas aparecem. Geralmente os sintomas se manifestam a partir do 3° dia depois da picada do mosquitos.




 Febre alta com início súbito.
 Forte dor de cabeça.
 Dor atrás dos olhos, que piora com o movimento dos mesmos.
 Perda do paladar e apetite.
 Manchas e erupções na pele semelhantes ao sarampo, principalmente no tórax e membros superiores.
 Náuseas e vômitos·
 Tonturas.
 Extremo cansaço.
 Moleza e dor no corpo.
 Muitas dores nos ossos e articulações.


 Dengue hemorrágica


Os sintomas da dengue hemorrágica são os mesmos da dengue comum. A diferença ocorre quando acaba a febre e começam a surgir os sinais de alerta:


 Dores abdominais fortes e contínuas.
 Vômitos persistentes.
 Pele pálida, fria e úmida.
 Sangramento pelo nariz, boca e gengivas.
 Manchas vermelhas na pele.
 Sonolência, agitação e confusão mental.
 Sede excessiva e boca seca.
 Pulso rápido e fraco.
 Dificuldade respiratória.
 Perda de consciência.


Na dengue hemorrágica, o quadro clínico se agrava rapidamente, apresentando sinais de insuficiência circulatória e choque, podendo levar a pessoa à morte em até 24 horas. De acordo com estatísticas do Ministério da Saúde, cerca de 5% das pessoas com dengue hemorrágica morrem.


O doente pode apresentar sintomas como febre, dor de cabeça, dores pelo corpo, náuseas ou até mesmo não apresentar qualquer sintoma. O aparecimento de manchas vermelhas na pele, sangramentos (nariz, gengivas), dor abdominal intensa e contínua e vômitos persistentes podem indicar a evolução para dengue hemorrágica. Esse é um quadro grave que necessita de imediata atenção médica, pois pode ser fatal.


Qual a causa?
A infecção pelo vírus, transmitido pela picada do mosquito Aedes aegypti, uma espécie hematófaga originária da África que chegou ao continente americano na época da colonização. Não há transmissão pelo contato de um doente ou suas secreções com uma pessoa sadia, nem fontes de água ou alimento.


Como tratar?
Não existe tratamento específico para dengue, apenas tratamentos que aliviam os sintomas. 
Deve-se ingerir muito líquido como água, sucos, chás, soros caseiros, etc. Os sintomas podem ser tratados com dipirona ou paracetamol. Não devem ser usados medicamentos à base de ácido acetil salicílico e antiinflamatórios, como aspirina e AAS, pois podem aumentar o risco de hemorragias.


A prevenção é a única arma contra a doença. 


A melhor forma de se evitar a dengue é combater os focos de acúmulo de água, locais propícios para a criação do mosquito transmissor da doença. Para isso, é importante não acumular água em latas, embalagens, copos plásticos, tampinhas de refrigerantes, pneus velhos, vasinhos de plantas, jarros de flores, garrafas, caixas d´água, tambores, latões, cisternas, sacos plásticos e lixeiras, entre outros.

quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

domingo, 10 de abril de 2011

saúde

                     ENFERMAGEM (MATERNO-NEONATAL)..



Deslocamento Prematuro da Placenta.
Introdução:

Placenta é oorgão pelo qual acontece as trcas fisiológicas entre a mãe e o feto. Atravpes dela o feto se alimenta,e respira e excreta produtos do seu organismo.O descolamento de placenta ocorre quando a placenta se desprende do útero.Acontece em 1% das mulheres grávidas e é percebida por dores abdominais,sangramento e dores na palpação abdominal.

Conceito:

Descalamento prematuro da placenta é uma patologia obstétrica em que ocorre separação inopinada,intempestiva eprematura da placenta,normalmente inserta após a vigésima ou vigésima primeira semana de gestação.Geraalterações fisiológicas uterinas,decoagulação,renais e hipofisárias.

Causas:

A causa exata não é conhecida,existem fatores contribuintes:
-Idade materna avançada.
-Amniocentese.
-Hipertensão arterial crônica ou gestacional.
-Diabetes melito.
-Deficiência dietética
-Multiparidade
-Pressão do útero aumentada sobre a veia cava inferior.
-Cordão umbilical curto.
-Tabagismo ou uso de cocaína.
-lesão traumática.

Sinais e Sintomas:

A gestante relata dor abdominal de intensidade variável,perda de sangue vermelho escuro.Dependendo da extensão da separação da placenta e da quantidade de sangue perdido,poderá haver presença ou ausência de bcf,hipotensão eevoluir para complicações como hemorragia,choque,coagulação intravascular disseminada (CID)e morte materna e fetal.

Fator de Riscos:

Descolamento prematuro da placenta leve (separação mínima):
-Sangramento vaginal leve a moderado (pode nãoocorrer).
-Desconforto abdominal baixo vago.
-Dor à palpação abdominal leve e moderada.
-A monitoração fetal pode iniciar irritabilidade uterina.
-Batimentos cardíacos fetais fatores e regulares.
Descolamento Prematuro da placenta moderado (separação placentário de cerca de 50%):
-Dor abdominal contínua.
-Sangramento vaginal moderado,vermelho escuro (pode não ocorrer).
-Inicio dos sintomas intenso e subito.
-Sinais vitais podem indicar choque iminente.
-Ùtero doloroso à palpação,cuja consistência é firme entre as contrações.
-Batimentos cardíacos fetais pouco audíveis ou irregulares e bradicárdicos.
-trabalho de parto que em geral,começa em 2 horas e evolui com rapidez.

Descolamento Prematuro da Placenta (separação de 70% da placenta,resultado em descolamento completo).

-Inicio súbito de dor uterina intensa e constante.
-sangramento vaginal moderado.
-sinais vitais que indicam choque cardíacos fetais.
-Ùtero doloroso a palpação associado à rigidez em tabua do abdome.
-Possível aumento de tamanho do útero em descolmento graves ocultos.
Graus de Separação Placentária no Descolamento Prematuro da Placenta.

-Separação Leve:
(sangramento interno entre a placenta e a parede uterina caracteriza a separação leve).

Separação moderada:
(na separação moderada,ocorre hemorragia externa pela vagina).

Separação grave:
(hemorragia externa também é uma característica da separação grave ).

Diagnóstico:

Será clinico e ser houver a possibilidade da realizalção de USG,para achados de áreas retro-placentária hipocogênica,que corresponde ao hematoma retroplacentário.
Exame ginecológico para excluir placenta previa;
Exames laboratorias como:hemograma e plaquetas.

Tratamentos:

-Avaliação,controle e reposição do sangue perdido.
-Parto de um recém nascido viável.
-Prevenção de distúrbios da coagulação.
-Se a separação da placenta é grave e não há sinais de vida fetal,deve se induzir o parto por via vaginal,a menos que ele esteja contra por hemorragia não controlada ou outras complicações.

Cuidados de Enfermagem:

-Insira um cateter urinário de demora e monitorize o balanço hídrico.
-Obtenha amostras de sangue para dosagem de hemoglobina e hematócrito,coagulograma,grupo sanguíneo prova cruzada,como prescrito.
-Forneça apoio emocional durante o trabalho de parto.
-Dê informações sobre o progresso e o estado do feto durante o trabalho de parto.
-Incentive a cliente a verbalizar seus sentimentos.
-Ajude a cliente a desenvolver estratégia efetivas de enfretamento.
-Adiministre liquidos e hemoderivados IV.
-monitore sinais vitais da cliente ,incluindo apressão venosa central.
-Pesquise sangramentos vaginal.
-Aplique a monitoração eletrônica da frequência cardíaca fetal.
-Monitore a frequência,a intensidade,e o tônus de repouso das contrações uterinas.
-Monitore o progresso do trabalho de parto .
-Encaminhe a cliente para acnselhamento profissional, se indicado antes da alta.

Conclusão:

A mortalidade mterna pode chegar 3% dos casos e a fetal a 90%.Quando há chance de sobrevivência do bebê por tratamento é a trnsfusão de sanguínea e a cesariana.Se mesmo após a retirada do bebê por cesariana o úteronão se contrai e não pára de sangrar,é necessária a cirurgia para a retirada do útero(histerectomia),evitando,assim,o óbito materno (morte da mãe)por sangramento.

domingo, 5 de dezembro de 2010

saúde

Sífilis:
A sífilis é uma DST (doença sexualmente transmissível) causada por uma bactéria chamada Treponema pallidum.
Ferida no órgão genital chamada cancro duro, de aparência rosada, geralmente é indolor e desaparece sem tratamento.
*Primeira fase:
A lesão primária apresenta-se como um úlcera, (parecida com uma afta de boca), não dolorosa nos órgãos genitais, que surge 2 semanas após o contacto sexual. Nas mulheres pode passar despercebida uma vez que é indolor e costuma ficar escondida entre os pêlos pubianos e a vulva.

Essa úlcera é chamada de cancro duro, e após 3 a 6 semanas desaparece mesmo sem tratamento, lavando a falsa impressão de cura espontânea.

Esse é o problema da Sífilis primária, é uma lesão indolor, que pode passar despercebida e que desaparece mesmo sem tratamento.

*Segunda fase:
Surgem manchas na pele, principalmente na palma das mãos e planta dos pés, íngua na virilha e queda de cabelos. Também pode desaparecer sozinhas, o que não significa estar curado.
Algumas semanas ou meses após o desaparecimento do cancro duro, a doença retorna, agora disseminada pelo organismo. Essa forma de sífilis se manifesta com erupções na pele, classicamente nas palmas das mãos e solas dos pés, febre, mal estar, perda do apetite e aumento dos linfonodos (gânglios) pelo corpo.

As lesões nas solas e palmas são características, mas as erupções podem ocorrem em qualquer local do corpo


Novamente a doença desaparece mesmo sem qualquer tratamento.

Terceira fase:
A doença pode causar lesões nos ossos, coração, sistema nervoso, podendo levar á paralisia, doença mental, cegueira ou até a morte.
Os pacientes podem ficar de um até vários anos, inclusive décadas, assintomáticos, até o retorno da doença.

A sífilis terciária apresenta 3 tipos de manifestação
:


- Goma sifilítica = Lesões ulceradas que podem acometer pele, ossos e órgãos internos.

- Sífilis cardiovascular = Causa aneurismas da aorta torácica (leia: 
O QUE É UM ANEURISMA ?)

- Neurosífilis = Acomete o sistema neurológico, levando a demência, meningite, AVC e problemas motores por lesão da medula e dos nervos (leia: 
ENTENDA O AVC - ACIDENTE VASCULAR CEREBRAL)

O diagnóstico da sífilis é feito através de exame de sangue. O tratamento é simples, com antibióticos como a penicilina.

A bactéria também pode ser transmitido da mãe para o feto, levando a sífilis neonatal, uma doença grave com várias lesões estruturais do recém-nascido.

A sífilis na grávida pode causar aborto, parto prematuro, má formações e morte fetal.


Diagnóstico da sífilis

O diagnóstico da sífilis é feito basicamente através de 2 exames sorológicos: VDRL e FTA-ABS.

O VDRL é o exame mais simples e é usado como screening primário. O resultado é dado em formas de diluição. Ou seja, um resultado 1/8 significa que o anticorpo foi identificado até 8 diluições. Um resultado 1/64 mostra que podemos detectar anticorpos mesmo após diluirmos o sangue 64 vezes. Quanto maior for a diluição em que ainda se detecta o anticorpo, mais positivo é o resultado.

Como o VDRL pode estar positivo em várias outras doenças que não sífilis (lúpus, doença do fígado e até em idosos), consideramos apenas valores maiores de 1/32 como diagnóstico.

Todo VDRL positivo, mesmo em valores baixos, deve ser confirmado com o FTA-ABS.

Ao final, acabamos ficando com 3 situações:

- VDRL positivo e FTA-ABS positivo confirmam o diagnóstico de sífilis
- VDRL positivo e FTA-ABS negativo indicam outra doença que não sífilis
- VDRL negativo e FTA-ABS positivo indica sífilis tratada e curada. Se o paciente nunca tiver sido tratado, esse resultado sugere sífilis na fase latente.

Tratamento da sífilis

O tratamento da sífilis é diferente dependendo do estágio da doença:
- Sífilis primária ou secundária = Penicilina benzatina (Benzetacil) 2.4 milhões de unidades em dose única
- Sífilis com mais de 1 ano de evolução ou de tempo indeterminado = Penicilina benzatina (Benzetacil) 2.4 milhões de unidades em 3 doses, com uma semana de intervalo entre cada.

Doentes alérgico a penicilina podem ser tratados com tetraciclina, doxiciclina ou azitromicina.

Seguimento pós tratamento

Todo paciente tratado para sífilis deve refazer o VDRL com 6 e 12 meses. O critério de sucesso é uma queda de 4 na sorologia. Por exemplo, VDRL cai de 1:16 para 1:4, ou de 1:8 para 1:2.

O FTA-ABS não serve para controle de tratamento, já que ele não fica negativo logo após o tratamento.

Para ver mais fotos de lesões causadas pela sífilis.
Sífilis congênita (sífilis na mulher grávida).
Transmitida para o bebê durante a gravidez. O bebê pode morrer por aborto, prematuro ou nascer com defeitos físicos.


saúde

*Linfogranuloma venéreo (mula) 

Ferida indolor na vagina ou pênis desaparece sem tratamento. Uma a seis semanas depois aparecem ínguas na virilha que vão se juntando até formar    uma massa com saída de pus.
*donovanose.
Começa com uma pequena ferida na vagina ou pênis, de aspecto vermelho vivo e sangra com facilidade, cresce em volume e extensão. Não dói e não apresenta ínguas.
                       

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

saúde

                 *Infecções pelo HIV/AIDS

Vírus da imunodeficiência humana (HIV):
É um vírus que ataca e danifica o sistema imunológico (as defesas do corpo).É transmitido de pessoa portadora para outra pessoa,através do esperma,secreção vaginal (relação sexuais:vaginal,anal ou oral),leite materno contaminado,sangue contaminado,e agulhas/seringas contaminadas.O nenhuma doença,tornando o indivíduo um portador assintomático,ou seja;embora não apresente sintomas,ele é um transmissor do vírus,por isso, é importante ter um diagnóstico precoce.

Síndrome da Imunodeficiência Adquirida                                      (ADIS):   É o conjunto de sintomas que caracteriza a(s) doença(s) que o portador de HIV desenvolve,quando tem seu sistema de defesa danificado e enfraquecido,passando a contrair diversas doenças e infecções oportunistas.

*Principais Sintomas da AIDS
Como já dissemos, um portador do vírus da AIDS pode ficar até 10 anos sem desenvolver a doença e apresentar seus principais sintomas. Isso acontece, pois o HIV fica "adormecido" e controlado pelo sistema imunológico do indivíduo. Quando o sistema imunológico começa ser atacado pelo vírus de forma mais intensa, começam a surgir os primeiros sintomas. Os principais são: febre alta, diarréia constante, crescimento dos gânglios linfáticos, perda de peso e erupções na pele. Quando a resistência